🏢 Vai solicitar o registro da sua empresa? Confira os documentos antes de prosseguir!

Para realizar a solicitação, tenha em mãos:

✓ Contrato Social
✓ Comprovante de inscrição no CNPJ
✓ Comprovante de endereço da empresa
✓ TRT de Cargo ou Função do Responsável Técnico
✓ Comprovante de vínculo entre a empresa e o Responsável Técnico (ex.: contrato ou páginas da CTPS)

O Responsável Técnico é sócio da empresa?
O próprio Contrato Social poderá ser apresentado como comprovante de vínculo.

⚠️ ATENÇÃO AO RESPONSÁVEL TÉCNICO

Para solicitar o registro da empresa, é necessário possuir Responsável Técnico com registro ativo no CRT-SP e TRT de Cargo ou Função emitido para a empresa.

🔎 Ainda não possui Responsável Técnico?*
Encontre profissionais técnicos registrados por meio da plataforma gratuita Técnico que Faz, do CRT-SP.

ENCONTRAR UM RESPONSÁVEL TÉCNICO:
https://tecnicoquefaz.crtsp.gov.br/

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📄 Vai solicitar seu registro? Confira os documentos antes de prosseguir!

Para realizar a solicitação, tenha em mãos:

✓ Diploma ou certificado de conclusão do curso técnico
✓ Histórico Escolar completo do curso técnico, com as disciplinas e respectivas cargas horárias
✓ RG ou CNH
✓ CPF
✓ Título de Eleitor
✓ Certidão de Quitação Eleitoral
✓ Comprovante de Quitação Militar, quando aplicável
✓ Comprovante de residência atualizado (últimos 3 meses)

⚠️ Diploma e Histórico Escolar são documentos obrigatórios e devem ser enviados separadamente.

Ainda não recebeu o diploma?
Apresente a declaração oficial de conclusão emitida pela instituição de ensino + o Histórico Escolar completo.

A declaração deve informar que o aluno concluiu o curso, realizou o estágio e que o diploma se encontra em tramitação.

🌎 Diploma obtido no exterior?
Consulte a documentação complementar necessária.

Documentação incompleta poderá gerar pendência na análise da solicitação.

CONSULTAR DOCUMENTAÇÃO COMPLETA: https://crtsp.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/3.-SOLICITAR-REGISTRO-PROFISSIONAL-PESSOA-FISICA-04-11-25.pdf

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Central de Atendimento
(11) 3580-1000

            

Notícias

CRT-SP se aproxima do setor de hidrogênio e mira fomento de mão de obra técnica para área em ascensão

  • 14 de agosto de 2026

Conselho participa do 1º Seminário Brasileiro de Hidrogênio e acompanha avanço de projetos que devem ampliar demanda por profissionais técnicos qualificados em diferentes áreas da indústria

Presidente do CRT-SP, Welington Rezende, ao lado de expositores e convidados do 1º Seminário Brasileiro de Hidrogênio

O Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Estado de São Paulo (CRT-SP) participou do 1º Seminário Brasileiro de Hidrogênio, encontro que reuniu representantes do setor para discutir o avanço do hidrogênio de baixa emissão de carbono no Brasil e no Estado de São Paulo, os investimentos previstos e os desafios e oportunidades para mão de obra técnica especializada.  

Durante o evento, o presidente da Associação Brasileira de Hidrogênio (ABH2), Paulo Emilio Valadão de Miranda, apresentou dados sobre o cenário mundial e as oportunidades abertas para o país. Segundo ele, o mundo produz atualmente cerca de 100 milhões de toneladas de hidrogênio por ano, mas apenas aproximadamente 1% desse volume é considerado de baixa emissão de carbono.  

O cenário, segundo as discussões realizadas no seminário, coloca o Brasil diante de uma oportunidade para desenvolver uma nova cadeia industrial ligada à produção, armazenamento, transporte e utilização do hidrogênio, com reflexos diretos na geração de empregos e na necessidade de profissionais especializados.  

No Estado de São Paulo, dois projetos de hidrogênio de baixa emissão de carbono já integram esse movimento. A expectativa apresentada durante o evento é de uma produção de 839 toneladas, dentro de uma estratégia que prevê também a criação de polos de hidrogênio em diferentes regiões.  

Outro ponto destacado foi o volume de recursos destinado ao desenvolvimento do setor. Após a criação do marco legal do hidrogênio, cerca de R$ 18,3 bilhões foram reservados para iniciativas relacionadas à nova cadeia produtiva no país.  

Entre os projetos em desenvolvimento estão aplicações voltadas à mobilidade, incluindo frotas de veículos movidos a hidrogênio. A expansão desse modelo deverá mobilizar uma ampla cadeia produtiva, envolvendo desde pesquisa e produção de equipamentos até instalação, operação e manutenção dos sistemas.  

Laboratórios brasileiros também já atuam no desenvolvimento de pesquisas e novas tecnologias relacionadas ao hidrogênio, inclusive com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).  

Para o CRT-SP, o avanço desses projetos abre espaço para a participação direta dos técnicos industriais. O Conselho busca a aproximação com a ABH2 e com empresas e instituições ligadas ao segmento para contribuir com a articulação e a qualificação da mão de obra necessária para atender à expansão da atividade.  

O presidente do CRT-SP, Welington Guilherme Rezende, afirmou que a presença do Conselho no seminário permite acompanhar um setor que vai criar oportunidades para diversas modalidades técnicas.  

“Estamos falando de uma cadeia que envolve energia, mecânica, eletrotécnica, automação, química e várias outras áreas em que os técnicos industriais têm participação fundamental. O CRT-SP quer estar próximo desse movimento para contribuir com a qualificação profissional e preparar os técnicos para as oportunidades que esses novos projetos vão gerar”, afirmou.  

A aproximação também busca garantir que o profissional técnico esteja inserido nas discussões sobre a implantação dos futuros polos de hidrogênio e nas demandas que surgirão com novos investimentos.   

Para o CRT-SP, acompanhar essa transformação desde a fase de desenvolvimento é fundamental para conectar formação profissional, inovação tecnológica e as necessidades da indústria. 

Texto: Gerência de Comunicação e Transparência

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Durante o evento, o presidente da Associação Brasileira de Hidrogênio (ABH2), Paulo Emilio Valadão de Miranda, apresentou dados sobre o cenário mundial e as oportunidades abertas para o país. Segundo ele, o mundo produz atualmente cerca de 100 milhões de toneladas de hidrogênio por ano, mas apenas aproximadamente 1% desse volume é considerado de baixa emissão de carbono.  

O cenário, segundo as discussões realizadas no seminário, coloca o Brasil diante de uma oportunidade para desenvolver uma nova cadeia industrial ligada à produção, armazenamento, transporte e utilização do hidrogênio, com reflexos diretos na geração de empregos e na necessidade de profissionais especializados.  

No Estado de São Paulo, dois projetos de hidrogênio de baixa emissão de carbono já integram esse movimento. A expectativa apresentada durante o evento é de uma produção de 839 toneladas, dentro de uma estratégia que prevê também a criação de polos de hidrogênio em diferentes regiões.  

Outro ponto destacado foi o volume de recursos destinado ao desenvolvimento do setor. Após a criação do marco legal do hidrogênio, cerca de R$ 18,3 bilhões foram reservados para iniciativas relacionadas à nova cadeia produtiva no país.  

Entre os projetos em desenvolvimento estão aplicações voltadas à mobilidade, incluindo frotas de veículos movidos a hidrogênio. A expansão desse modelo deverá mobilizar uma ampla cadeia produtiva, envolvendo desde pesquisa e produção de equipamentos até instalação, operação e manutenção dos sistemas.  

Laboratórios brasileiros também já atuam no desenvolvimento de pesquisas e novas tecnologias relacionadas ao hidrogênio, inclusive com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).  

Para o CRT-SP, o avanço desses projetos abre espaço para a participação direta dos técnicos industriais. O Conselho busca a aproximação com a ABH2 e com empresas e instituições ligadas ao segmento para contribuir com a articulação e a qualificação da mão de obra necessária para atender à expansão da atividade.  

O presidente do CRT-SP, Welington Guilherme Rezende, afirmou que a presença do Conselho no seminário permite acompanhar um setor que vai criar oportunidades para diversas modalidades técnicas.  

“Estamos falando de uma cadeia que envolve energia, mecânica, eletrotécnica, automação, química e várias outras áreas em que os técnicos industriais têm participação fundamental. O CRT-SP quer estar próximo desse movimento para contribuir com a qualificação profissional e preparar os técnicos para as oportunidades que esses novos projetos vão gerar”, afirmou.  

A aproximação também busca garantir que o profissional técnico esteja inserido nas discussões sobre a implantação dos futuros polos de hidrogênio e nas demandas que surgirão com novos investimentos.   

Para o CRT-SP, acompanhar essa transformação desde a fase de desenvolvimento é fundamental para conectar formação profissional, inovação tecnológica e as necessidades da indústria. 

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